Notícias sobre Educação no Trânsito
 

Capacitação de voluntários para projeto do Detran começa hoje

 

20/11/2008 - Campo Grande - Para iniciar o projeto “Amigos da Escola e segurança no trânsito”, o Departamento Estadual de Trânsito vai capacitar voluntários para atuarem como agentes informais de trânsito. A capacitação começa hoje (17), vai até o dia 20 de outubro e será realizada no Auditório da Companhia Independente de Trânsito de Campo Grande (Ciptran), que fica na Rua Barão do Rio Branco, 2760, em Campo Grande. Cerca de 50 pessoas vão participar da capacitação. Esses voluntários receberão aulas de ética e Cidadania no Trânsito, Prevenção de Acidentes, Legislação de Trânsito e as Regras de Circulação, Estudo do Meio e a Percepção de Riscos no Contexto da Escola, Criança Segura no Trânsito e Abordagem e Vivência da Prática no Contexto. Depois da capacitação, os voluntários vão atuar em cinco escolas de Campo Grande. O objetivo é sensibilizar a comunidade escolar e a vizinhança sobre a importância dos comportamentos preventivos para que os acidentes sejam evitados. O projeto é desenvolvido pelo Detran-MS em parceria com o Projeto Amigos da Escola da Rege Globo, com o apoio do Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), da Agência Municipal de Trânsito (Agetran), da Ciptran e do Sest/Senat. ( Pantanal News)

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Pela mídia Detran-PE inicia campanha publicitária com Turma do Fom-Fom

 

12/11/2008 - Recife - O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) inicia nesta quarta-feira (12) a inserção de campanha publicitária em rádio, televisão, internet e até plasma shows em shopping centers. O objetivo é apresentar as personagens da Turma do Fom-Fom - especialmente os mais novos, Mão Dupla e Sirena - e mostrar a atuação delas nas ruas do Recife. Na primeira semana, o tema principal das inserções publicitárias é a gentileza no trânsito. A campanha mostra o trabalho dos integrantes da Turma do Fom-Fom na abordagem a condutores de carros, motociclistas, ciclistas e pedestres. Ao som de jingle criado pelo Estúdio Muzak, com refrão "Com a Turma do Fom-Fom fica muito bom", as personagens conduzem os pedestres para atravessar as ruas na faixa e orientam motoristas a não usar celular, por exemplo. As inserções publicitárias foram desenvolvidas pela Agência Puma e duram um minuto, com versão também em 30 segundos. A campanha integra a primeira etapa de um projeto do Detran-PE para promover a educação no trânsito pela mídia. A Turma do Fom-Fom será protagonista de todas as peças criadas. ( CBN Recife)

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Aulas sobre direção reúnem pais e filhos

 

10/11/2008 - Joinville/SC - No Centro de Educação Infantil (CEI) Tio Patinhas, no Bairro Itaum, em Joinville, no Norte do Estado, as aulas de trânsito também são coisa de gente grande. Em vez de só os filhos aprenderem sobre as regras e cuidados na direção, os pais são convidados a dar exemplo e até a admitir os erros que cometem ao volante. O projeto é uma iniciativa do departamento de trânsito da Companhia de Desenvolvimento e Urbanização de Joinville (Conurb). O responsável pelas palestras é o agente de trânsito David Tarcísio. Durante uma hora de aula, os pais são convidados a interagir com os filhos sobre os assuntos abordados, que vão desde comportamento do pedestre na vias públicas até os cuidados com a sinalização. Quando questionados sobre a qualidade dos pais como motoristas, os filhos não escondem. Alguns chegam até a falar do número de multas que eles receberam. Mostrando menos inibição do que os pais, a garotada não economiza nas perguntas para o agente David e ainda faz questão de dividir a curta experiência que têm no trânsito. - Eu vi uma acidente entre um carro e uma moto. Foi horrível - contou uma das crianças. Apesar de a maioria dos pais trabalharem durante o dia, muitos comparecem. Alexsandro da Silva tem um filho de quatro anos no CEI e considera importante sua participação no processo de educação do trânsito da criança, como fez nesta semana. - Meu garoto já costuma chamar minha atenção quando passo no final vermelho ou paro em cima da faixa de pedestre - admite. Este é o oitavo ano que o agente de trânsito David Tarcísio dá palestras de conscientização de trânsito na cidade. O projeto é desenvolvido em praticamente todas as escolas públicas e particulares do município. ( Diário Catarinense – Caderno Geral)

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Recado a motoristas iniciantes

 

10/11/2008 - Porto Alegre - O casal Lisette e Paulo Afonso Feijó, vice-governador do Rio Grande do Sul, está transformando a dilaceração que é perder uma filha em ações para prevenir acidentes de trânsito. Professora de Educação Física, Lisette intui que a cicatriz da tristeza jamais se apagará. Mas confia que, ajudando a salvar vidas, manterá os sonhos de Alessandra Andreolla Feijó, a Ale, morta aos 18 anos. Quando o Peugeot 307 dirigido por Ale se enroscou num poste da Terceira Perimetral de Porto Alegre, em fevereiro, os Feijó se sentiram despedaçados. O casal viajou, cancelou a missa de sétimo dia, ficou “meio fora da realidade”, como define Lisette. Mas a dor está sendo abrandada. Já está na internet o blog ONG Alerta, entidade que deseja conscientizar jovens motoristas sobre os perigos no trânsito. O lançamento oficial deverá ocorrer durante o 40º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, entre os dias 13 e 15, na Capital. O nome da ONG combina o apelido Ale – como era chamada a estudante de Engenharia Mecânica da PUCRS – com o próprio significado da palavra alerta. Atuará no tripé formação do condutor, segurança das vias e conhecimento dos carros. Alertará que ruas e estradas têm armadilhas, como postes e muretas mal localizados. O automóvel de Ale colidiu contra um poste colocado rente à pista. ( Jornal Zero Hora – Caderno Geral)

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Carreata promovida por mãe que perdeu filho em acidente alerta sobre os perigos

 

10/11/2008 - Bauru/SP - A exemplo do que ocorreu nos últimos quatro anos, Madalena Pelissari Bittencourt, mãe de Fernando Pelissari Bettencourt, que morreu em um acidente no dia 9 de novembro de 2003, aos 20 anos, comandou ontem de manhã mais uma carreata com o propósito de alertar os jovens sobre os perigos do trânsito. O ponto de partida da carreata foi o Teatro Municipal. De lá, os participantes seguiram pela avenida Nações Unidas até a rotatória próxima ao Supermercado Confiança Flex e retornaram para o teatro. A manifestação contou com a participação tanto de carros quanto de motos. À frente da carreata seguiu um caminhão-guincho com um carro batido para chamar a atenção da população. Apesar de contar com a participação recorde de motoristas e motociclistas, Madalena afirma que a carreata de ontem foi a última que ela realizou. Segundo ela, o desgaste físico e emocional é muito grande e o retorno tem sido muito pequeno. “As pessoas ainda levam na brincadeira”, disse ela, referindo-se à falta de conscientização, principalmente dos jovens, em relação aos perigos do trânsito. “Apesar de todo o apelo para uma maior valorização da vida, está difícil”, reclama. Na opinião dela, o grande problema dos jovens é que eles se “sentem imortais”. Mesmo deixando de lado a iniciativa da carreata, Madalena já pensa em outras alternativas. O próximo projeto, segundo ela, estará voltado para o auxílio às pessoas que passam pelo mesmo problema. A intenção é reunir uma vez por semana ou a cada 15 dias um grupo de pais que perderam filhos em acidentes de trânsito para que eles possam expressar sua dor e buscar apoio junto àqueles que passaram e passam pelo mesmo problema. ( JCNET)

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Pais desconhecem risco de acidentes

 

07/11/2008 - Curitiba - Todos os anos, quase seis mil crianças na faixa etária entre um e 14 anos morrem no Brasil vítimas de acidentes. No mesmo período, cerca 140 mil são hospitalizadas pelos mesmos motivos. Enquanto os números são altos, a percepção dos pais sobre os perigos reais de acidentes diminuem na mesma proporção. A conclusão é de uma pesquisa realizada este ano pela Criança Segura, organização sem fins lucrativos que visa a prevenção do acidentes infantis. Desde ontem, representantes da organização estão em Curitiba para divulgar os dados do estudo e oferecer uma oficina com a intenção de evitar tragédias. ''Queremos mobilizar as pessoas e multiplicar a idéia de prevenção de acidentes'', explica Alessandra Françóia, coordenadora do Programa de Formação de Mobilizadores da Criança Segura. A Criança Segura realizou uma pesquisa qualitativa com as famílias para avaliar qual eram as principais preocupações dos pais. Durante todo este ano, foram entrevistados 16 grupos de mães de crianças entre 0 e 14 anos, pertencentes às classes AB e CD, das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba. Com as entrevistas realizadas, os pesquisadores puderam cruzar dados entre aquilo que preocupa os pais e o que acontece, de fato, na realidade. A conclusão é que as mães desconhecem os dados sobre a incidência e a gravidade de acidentes. ''Já tínhamos idéia do desconhecimento no dia-a-dia, mas não sabíamos que era tão forte'', diz Alessandra. A pesquisa detectou um abismo entre o que elas consideram perigoso e o que realmente oferece risco aos pequenos. O primeiro ponto diz respeito ao desconhecimento. As entrevistadas não faziam idéia de como os acidentes são as principais causas de morte infantil no Brasil. Somado a isso, a preocupação com a violência urbana é muito maior que com acidentes domésticos, sendo que estes causam mais vítimas. O que mais preocupa as famílias nesta faixa etária, além da violência, são más influências, pedofilia, assaltos, brigas, balas perdidas, sequestros e envolvimento com drogas. Contudo, as principais causas de mortes em 2005 foram: afogamento (986 mortes), atropelamento (849), passageiro de veículo (409), queda (171), entre outros. O atropelamento foi o único perigo citado pelas mães espontaneamente e que se encaixa na categoria de acidentes. ( Folha de Londrina – Caderno Cidades)

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Turma do Fom-Fom traz novos personagens na volta às ruas do Recife

 

30/10/2008 - Recife - A Turma do Fom-Fom - conhecida dos pedestres pelo bom-humor e brincadeiras que utiliza para chamar a atenção de crianças e adultos sobre os problemas no trânsito - está de volta aos sinais. A turma estreou nas ruas do recife há oito anos, passou um tempo fora de atividade e voltou à ação em setembro último, quando foi lançada a campanha do Departamento Nacional de Trânsito, que este ano, tem como alvo a proteção das crianças. Por isso, os meninos e meninas recebem uma atenção especial da turma. "Eles são os futuros condutores e, ao mesmo tempo, estão disseminando a educação do trânsito para as pessoas que estão diretamente lidando com elas e que vão pensar em preservar a sua segurança e de toda a sua família", acredita o diretor-presidente do Detran, Roberto Leandro. Os amigos do trânsito são mais numerosos agora, com a presença do companheiro Mão-dupla e Sirena, que, digamos, apita quando percebe alguém fazendo besteira na rua. Já o Bruxo Barroada continua muito, muito mal, confundindo as pessoas. É quase impossível essa turma passar despercebida na rua. E não é somente pelo colorido e pela brincadeira. "Sempre tá orientando os pedestres a passar na faixa, é o ideal", afirma motorista de ônibus Jaildo Mariano da Silva. "É uma turma animada que tá favorecendo a educação do trânsito", completa o motorista de táxi Nilson Silva de Araújo. Quarenta arte-educadores estão nas ruas e a equipe deve dobrar de tamanho até o fim do ano, de acordo com o Detran. Outros oito amigos do trânsito trabalham nas escolas. Eles encenam uma peça em que o Bruxo Barroada tenta meter medo nos defensores das leis do trânsito. Por isso, Bibite, Tio Fom-Fom e todos da turma se unem para se defender do Barroada e para ensinar as crianças sobre como ficarem sempre seguras no trânsito. Qualquer colégio pode solicitar ao Detran uma visita da turma. As crianças parecem entender o recado. "É porque tem que respeitar o trânsito, que a boneca Bibite já mostrou que nosso trânsito vai ficar tristinho se não obedecer", diz Larissa Maria da Silva, 10 anos. "Eu vou contar pros meus pais que nessa peça eu aprendi que tem que respeitar o trânsito, não dirigir bêbado e muitas outras coisas", afirma Maria Eduarda Pereira, 10 anos. "Tem que respeitar a faixa de segurança e não pode atender o celular dirigindo", aprendeu Luan Alves Souza, 7 anos. ( Notícias 360)

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O exemplo que vem das crianças

 

28/10/2008 - Novo Hamburgo/RS - Caso esteja com a família e o pai tome um gole de qualquer bebida alcoólica antes de dirigir, Gabriel Dandrea, 10 anos, sabe exatamente o que vai fazer: – Vou embora de táxi! Assim reage o pequeno integrante do Gente Miúda e o Esporte, Departamento da Sociedade Ginástica Novo Hamburgo, que escolheu como tema para apresentação de fim de ano para os pais a consciência no trânsito. Reunidos, Gabriel e seus colegas apresentam opinião formada sobre atitudes como dirigir embriagado, atender ao celular na direção, criança sentada no banco da frente. Eles têm na mira até seus pais, a quem prometem fiscalizar de perto. As crianças do Gente Miúda têm entre dois e 10 anos e se prepararam desde agosto para apresentar aos pais, hoje à noite, tudo o que aprenderam sobre tolerância zero ao álcool no trânsito, o respeito ao próximo e que correr é o fim. Entre saltos, cambalhotas, passagens por traves, barras e obstáculos com bicicletas, as crianças apresentarão os assuntos que tanto observaram e foram provados a refletir sobre as conseqüências da imprudência no trânsito. Embora pequenos, os estudantes demonstram noções do que pode ser evitado e cobram de seus pais. De acordo com Felipe Santos, oito anos, dirigir falando no celular ou em alta velocidade não está com nada. – Tem gente que quer “se aparecer” no trânsito e anda rápido. “Tá” errado! – avisa o garoto. ( Jornal Zero Hora – Caderno Geral)

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A cada dia, sete crianças são vítimas do trânsito do Paraná

 

27/10/2008 - Curitiba - Em oito anos, entre 2000 e 2007, 179,5 mil crianças de 0 a 12 anos ficaram feridas no trânsito no Brasil e outras 8.029 perderam a vida, de acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Isso significa dizer que, a cada dia, 61 crianças se feriram no trânsito e outras três morreram. A tendência de vitimização, felizmente, é de queda. De janeiro a julho de 2008, 4,8 mil crianças ficaram feridas e 183 morreram no trânsito – uma média equivalente a 23 feridas por dia e uma morte a cada 28 horas. A pesquisa divulgada pelo Denatran mostra também a realidade da vitimização das crianças no trânsito em 13 estados brasileiros. Entre os pesquisados, o Paraná é o campeão em número de crianças feridas no trânsito. Em 2007, foram 3.051 vítimas no estado. Um número equivalente a oito feridos por dia. Em 2008, de janeiro a julho, o Paraná registrou 1.556 casos, o que equivale a uma média de sete vítimas por dia. Já o estado campeão em crianças mortas no trânsito, em 2007, segundo o levantamento, é Goiás, com 67 mortes. “Provavelmente, no Paraná, as crianças têm sobrevivido mais aos acidentes porque está se tomando cuidado com a prevenção, como o transporte na cadeirinha, por exemplo”, arrisca o consultor da ONG Criança Segura e chefe do Trauma Pediátrico do Hospital Vita Curitiba, Marcelo Ribas. Mesmo assim, de acordo com a coordenadora de educação para o trânsito do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), Maria Helena Gusso Mattos, o número é preocupante. “Independentemente do que aconteça em outros estados, este é um número altíssimo. Mesmo que a criança não venha a óbito pode ter lesões seriíssimas”, afirma. Segundo Maria Helena, as estatísticas mostram que a cada óbito, quatro crianças ficam com lesões sérias e duas ficam inválidas. Os dados, segundo Maria Helena, mostram que é necessário uma mudança de atitude. “Para o adulto o trânsito já é complicado, imagina para a criança. Ela não tem condições físicas e cognitivas para entender. Ela tem um campo visual menor e não consegue entender muito bem de onde vem o barulho. A criança tem de ser protegida”, diz. ( Gazeta do Povo – Caderno Vida e Cidadania)

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Para os pais, acidentes são fatalidades

 

27/10/2008 - Os números alarmantes de acidentes envolvendo crianças parecem não ter sensibilizado os pais a ponto de ocorrer uma mudança de atitude. Estudos internacionais mostram que, em 90% dos casos, os acidentes envolvendo crianças podem ser evitados. Uma pesquisa qualitativa divulgada pela ONG Criança Segura revela, entretanto, que a percepção das mães é de que os acidentes “seriam quase que (ou ao menos na maioria das vezes) inevitáveis, fatalidades”. De modo geral, a idéia é que “por mais que tomem cuidados e medidas preventivas, a criança não estaria livre” de se envolver em um acidente. O estudo mostrou também que as mães demonstraram maior preocupação com a violência. De acordo com a percepção delas, “de modo geral, independentemente da idade dos filhos, acidentes sempre tendem a ser percebidos como acontecimentos isolados e/ou menos graves/preocupantes do que questões relacionadas a violência, por exemplo”. O resultado não surpreendeu quem trabalha diariamente com o assunto. “Percebemos no dia-a-dia do nosso trabalho que a prevenção não é um foco da sociedade. Para tentar mudar isso trabalhamos em três pontos estratégicos: comunicação (alerta público), políticas públicas (campanha pela modificação da legislação da cadeirinha, por exemplo) e pela mobilização de multiplicadores”, afirma a coordenadora nacional da ONG Criança Segura, Luciana O’Reilly. “Isso tudo não é uma responsabilidade só da família, é de toda a sociedade”, complementa Luciana. ( Gazeta do Povo – Caderno Vida e Cidadania)

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